Voltando ao lugar que mais me faz bem, depois de quase um ano, volto a escrever aqui, está se tornando algo mais anual, todas as grandes tradições vão ficando pra trás, mas não essa, hoje é dia 4 de dezembro, e cá está mais um texto de aniversário. No último artigo fiz um belo texto que meio que pauta essa minha vida de jovem adulto, um ponto fundamental de poder me enxergar ainda como eu mesmo, e perceber que estou no caminho certo. Hoje vou discorrer sobre ainda fazer aniversários, e alinhar um paralelo com tudo o que eu já escrevi pra mim mesmo.
Gothan Random Stories
Histórias aleatórias, artigos absurdistas e posts nonsense. Bem vindo à minha alma.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
sábado, 17 de agosto de 2024
Hopes and Dreams e SAVE the World...
Finalmente volto a escrever nesse lugar, muito enferrujado, meio sem jeito, mas com a mesma mente paradoxal e confusa que habita a minha cabeça desde 2016. Já faz um bom tempo, mas no último texto que escrevi aqui, comentei sobre como Undertale me fez refletir e perceber o quanto eu estava no caminho certo sobre meus pensamentos que além de serem atuais, sempre estiveram comigo. Nesse texto eu dei um pontapé ao que seria esse aqui, e enfim pude ter o furor de juntar todas as minhas anotações, em um texto. Comentei sobre esperanças e sonhos, praticamente impossíveis de alcançar, mas que apesar de tudo, ainda são meus. E as esperanças e os sonhos não poderiam ser outro, se não, completar a música deixada no último texto, e também o título deste, salvar o mundo.
domingo, 24 de dezembro de 2023
Apesar de tudo, ainda é você...
Quem diria, cá estou eu mais uma vez, escrevendo novamente, finalmente voltando a uma parte de mim que cada vez mais foi ficando esquecida. Depois de perder o blog onde eu depositava tudo o que eu não poderia externar no dia a dia em um duro golpe, fico feliz de voltar a escrever algo novo, e tentar recuperar alguns dos meus textos que viraram história. Pois então, dezembro de 2023, como sempre o mês mais apoteótico pra mim, faço o meu retorno em mais um milagre de natal, para escrever mais uma dessas odisseias temporais, e confirmar que depois de todo esse tempo, apesar de tudo, ainda sou eu.
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
Somos quem podemos ser...
Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão. Mas diferente desse clássico dos Engenheiros, não é tão simples conseguir as chaves dessa prisão. Depois de textos super condicionados ao sentimento irracional que eu sentia no começo do ano, eu venho mais uma vez pra o que deve ser um dos meus artigos mais sensatos, ou pelo menos eu espero, já que a ideia tem um enorme potencial. Nos três textos deste ano, eu encarnei a personalidade de paladino do amor, no momento seguinte, um civil almejando ser um herói, e culminando no fim trágico como um exímio fracassado. Dessa vez é o momento de reforçar uma ideia que talvez sempre esteve presente, de maneiras bem ambíguas, mas não existem dúvidas de que somos quem podemos ser.
sábado, 30 de abril de 2022
domingo, 10 de abril de 2022
A jornada do herói (ou dos meros civis)...
Vivendo um drama, abdiquei do título de paladino do amor, depois do último texto em que eu reforçava essa vontade de ser um herói, a realidade caiu sobre mim como uma montanha que eu poderia estar a admirar. Essa é sobre a jornada do herói, ou sobre a jornada que você precisa passar para perceber que talvez não possa ser um herói, e que no final das contas o único vilão que precisa destruir esta dentro de você.
quarta-feira, 23 de março de 2022
O drama do paladino do amor...
Terminei o ano de 2021 escrevendo sobre a nova montanha a ser conquistada, o voltar pra base, nada mais justo que o primeiro texto de 2022 (bem atrasado aliás), ser um dos primeiro capítulos dessa nova história. Tenho ainda um rascunho focado 100% nesse assunto, mas esse aqui merece vir primeiro por ainda estar no cenário apoteótico que o representa, pra variar, esse é o drama do paladino do amor.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
2021 e os altos e baixos de ser alguém...
O último do ano, a luz de 2021 se apaga, esse ano foi uma verdadeira mistura de sentimentos, os seis primeiros meses foram uma coisa e os últimos seis meses outra coisa completamente diferente, as responsabilidades chegaram cada vez mais, e mais do que nunca eu senti a dureza que é ser alguém, no sentido contrário do artigo do ano de 2018 sobre a soberba vadiagem, esses são os altos e baixos de ter que existir, e celebrar esse chuvoso fim de 2021, o ano em que fizemos contato.
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