sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

2021 e os altos e baixos de ser alguém...

O último do ano, a luz de 2021 se apaga, esse ano foi uma verdadeira mistura de sentimentos, os seis primeiros meses foram uma coisa e os últimos seis meses outra coisa completamente diferente, as responsabilidades chegaram cada vez mais, e mais do que nunca eu senti a dureza que é ser alguém, no sentido contrário do artigo do ano de 2018 sobre a soberba vadiagem, esses são os altos e baixos de ter que existir, e celebrar esse chuvoso fim de 2021, o ano em que fizemos contato.

Uma ode a velha guarda...

Seguindo esse yin-yang do final de ano, esse aqui é pra ser um texto mais positivista em relação a reflexão já iniciada nos últimos posts, conforme o tempo vai passando muitas coisas vão ficando pra trás, pessoas, momentos, sentimentos, e essa é uma singela ode a todos estes que em algum momento passou por aqui apesar de não ter ficado, assim como o episódio de HIMYM em que eles fazem a homenagem ao Gary Blauman e a todos os coadjuvantes da série, essa é uma ode a velha guarda.

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Não sou nada...

Sem dúvidas esse é um dos finais de ano mais estranhos que já vivi, eu me pergunto se o ano está estranho ou se eu estou estranho, acredito que as duas alternativas estão certas, depois de um texto um pouco tendencioso sobre o meu aniversário, essa é a continuação da trilogia (que não é uma trilogia), primeiramente a reflexão melancólica do ano, a virada niilista da minha vida, e a tabacaria do Fernando Pessoa.

sábado, 4 de dezembro de 2021

Blackjack...

Mais atrasado do que nunca, vinte e um! Depois de uma enorme dificuldade pra conseguir começar o texto de aniversário, quase um mês depois, cá estamos, pra manter a tradição e seguir com o que eu tenho de mais importante, chegamos no blackjack do baralho, a maioridade nos EUA, e com justiça no ano em que eu mais me senti adulto nessa vida.