Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão. Mas diferente desse clássico dos Engenheiros, não é tão simples conseguir as chaves dessa prisão. Depois de textos super condicionados ao sentimento irracional que eu sentia no começo do ano, eu venho mais uma vez pra o que deve ser um dos meus artigos mais sensatos, ou pelo menos eu espero, já que a ideia tem um enorme potencial. Nos três textos deste ano, eu encarnei a personalidade de paladino do amor, no momento seguinte, um civil almejando ser um herói, e culminando no fim trágico como um exímio fracassado. Dessa vez é o momento de reforçar uma ideia que talvez sempre esteve presente, de maneiras bem ambíguas, mas não existem dúvidas de que somos quem podemos ser.
Histórias aleatórias, artigos absurdistas e posts nonsense. Bem vindo à minha alma.
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
sábado, 30 de abril de 2022
domingo, 10 de abril de 2022
A jornada do herói (ou dos meros civis)...
Vivendo um drama, abdiquei do título de paladino do amor, depois do último texto em que eu reforçava essa vontade de ser um herói, a realidade caiu sobre mim como uma montanha que eu poderia estar a admirar. Essa é sobre a jornada do herói, ou sobre a jornada que você precisa passar para perceber que talvez não possa ser um herói, e que no final das contas o único vilão que precisa destruir esta dentro de você.
quarta-feira, 23 de março de 2022
O drama do paladino do amor...
Terminei o ano de 2021 escrevendo sobre a nova montanha a ser conquistada, o voltar pra base, nada mais justo que o primeiro texto de 2022 (bem atrasado aliás), ser um dos primeiro capítulos dessa nova história. Tenho ainda um rascunho focado 100% nesse assunto, mas esse aqui merece vir primeiro por ainda estar no cenário apoteótico que o representa, pra variar, esse é o drama do paladino do amor.
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