O amor, ah, o amor, esse sentimento que era tão explorado em 2016 fez um grande hiato no blog, depois de tantos textos dedicados a outros sentimentos, realmente faltava um sobre esse. E depois de ter assistido um dos melhores animes possíveis, acho justa a homenagem a Darling in the FranXX em um dos temas mais desejados. Depois de tanto tento tentando finalizar esse artigo, finalmente ele está aqui.
O amor, ou a paixão, ou ainda um interesse emocional em qualquer pessoa que seja, é um sentimento que sempre quis que estivesse presente, já escrevi como situações platônicas me dão uma outra motivação para viver e enxergar o mundo. Muito distante na minha memória eu consigo buscar acontecimentos bem antigos que estão guardados com aquele sentimento acalentador, aquele como o de escutar uma música incrível pela primeira vez, me lembro do que deve ser uma das minhas primeiras crushs da história, uma menina que estava jogando pebolim no casamento de alguém da minha família, na época eu deveria ter uns 5 anos, mas não há palavras pra descrever essa nostalgia e carinho no cérebro sempre que lembro de eventos parecidos com este.
Depois de ficar mais velho aquele sentimento voltou de tempos em tempos, com toda a minha vontade de estar apaixonado, como já escrevi por aqui, aquela determinação para estar bobo por alguém, o platonismo e eteceteras, o que não acontece no momento, uma das minhas queixas em alguns artigos para atrás era não estar mais sentindo esse sentimento, ultimamente estar apenas no estado de uma felicidade fraternal, algo meio tranquilo demais, longe do épico que sempre busco. Foi nesse estado que assisti Darling in the Franxx, talvez o segundo melhor anime que já assisti com possibilidades de assumir a liderança, com sua história emocionante de amor envolvendo uma distopia, conseguiu juntar várias coisas que eu amo em uma coisa só. Toda a história fascinante dos personagem que ainda não sabem o que é o amor, já que em sua distopia foram privados de tais sentimentos, até chegar na dor e na raiva do Goro já no fim pelo Hiro colocar o amor e a Zero Two acima de tudo e acima dos seus próprios amigos, tudo ali é muito emocionante, Goro tinha sua parcela de razão, mas Hiro não estaria completo ali, e uma promessa é uma promessa, e depois a Miku se perguntando se um dia nós teremos algo assim como o que o Hiro e a Zero Two tinham, é forte. Não é atoa que não consigo não me emocionar na cena final, mesmo com a clara perda de nível da metade do anime para o fim, mas considerando o início ao meio é perfeito, a descoberta dos sentimento na sua mais perfeita essência.
E os artigos que já falaram sobre amor nesse blog, esse poderia se chamar apenas mais uma de amor, a trajetória é longa vindo do Ironia é querer viver um amor no século da pandemia..., A noite verde diesel..., 1° de Janeiro de 2018..., e toda a saga Paixão também rima com Caixão, tudo isso muito simbiótico com o meu querer sentir, não querer ser apático, querer em quem pensar antes de dormir, ou até mesmo toda hora, já que no momento as coisas parecem muito no automático, com muita dor, e nada muito de novo acima do sol. As más notícias de viver na cabeça a ideia da manic pixie dream girl talvez indicam que o pior está por vir, mas assim como Hiro esperou pela Zero Two, e em outros paralelos com o a história do Taki e Mitsuha em Your Name, não dá pra fazer muita coisa além de esperar.
Eu tinha muitas ideias para esse artigo, e finalizo ele com mais decepções que alegrias, claramente ele deveria ter sido escrito após eu ter terminado de assistir Darfra, com toda emoção e o sentimento que estava presente no momento, acabei deixando pra muito depois, mas é bom, fica registrada a ode a esse anime incrível, as minhas ótimas lembranças relacionadas ao amor, e a esperança receosa de um futuro, com o desejo de poder escrever uma parte dois mais pra frente substituindo o sentimento do "a ver navios", para um sentimento de apaixonado. Ninguém nada duas vezes no mesmo rio.
Obrigado por ter lido, fique bem,
O seu amigo, Bátima
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